Mato Grosso, 19 de abril de 2014
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No Santa Cruz, Sandro diz que planejamento para 2013 'tira o sono'

Em 12 de novembro de 2012 as 13h45

Auxiliar técnico do Tricolor afirma que clube quer técnico jovem e que contratação de jogador consagrado é inviável pelas bandas do Arruda

Fonte: GLOBOESPORTE.COM

http://www.expressomt.com.br/esportes/no-santa-cruz-sandro-diz-que-planejamento-para-2013-tira-o-sono-38948.html

Mais um final de semana se passou sem que os torcedores do Santa Cruz vissem o time em campo. Aos tricolores, resta, nos últimos dois meses do ano, acompanhar a movimentação nos bastidores do clube para o planejamento de 2013. No próximo ano, o Mais Querido irá tentar o tricampeonato pernambucano e o trabalho segue a todo vapor no Arruda.

De acordo com o auxiliar técnico Sandro Barbosa, braço direito do ex-comandante Zé Teodoro, a palavra de ordem no Santa Cruz é trabalho. Os dirigentes estão “pegando no pesado” para garantir um time competitivo para o Campeonato Pernambucano 2013.

- É um trabalho cansativo que tira o teu final de semana, a noite de sono. Você não consegue dormir direito porque você está pensando em uma nação, que é a torcida do Santa Cruz. Tem também o pagamento dos jogadores que estão saindo e o clube não passa por um momento financeiro. Temos um limite de folha que o presidente nos passou e temos que cumprir à risca.

Sem receitas devido à falta de jogos, a situação do Santa Cruz para honrar os compromissos deste ano e montar a equipe do próximo ano é delicada no que diz respeito à contratação do novo treinador.

- Queremos um treinador jovem, que não tenha muito nome no mercado, sem ser “viciado” em algumas coisas, com mente aberta e que venha com fome de trabalhar e vontade de conquistar.

Sandro Barbosa destacou que a torcida precisa ter paciência quanto aos nomes do próximo ano. Mas adiantou que quer um time sem estrelismos.

- Você trazer jogador consagrado é inviável. Só tiramos um jogador de clube, que foi o Fabrício Ceará. Vamos tentar garimpar. O bom é ter dinheiro e buscar o jogador. É um trabalho artesanal. Você está pegando um a um, com calma. Nesses dois anos que estou aqui, não saiu um jogador saindo de campo se rebelando em entrevistas e não se viu uma briga nos vestiários. Aqui há disciplina.



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