Mato Grosso, 25 de Junho de 2019
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Expectativa de vida sobe 5,5 anos no mundo entre 2000 e 2016, diz relatório da OMS
04.04.2019
11:14
FONTE: G1

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  • — Foto: TV Globo

Entre os anos 2000 e 2016, a expectativa de vida global aumentou em 5,5 anos, de 66,5 para 72 anos, de acordo com um relatório de estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta quinta-feira (4).

 

Segundo a OMS, a expectativa de vida continua sendo fortemente afetada pela renda – o relatório analisa países em grupos de renda conforme a classificação do Banco Mundial. Em países onde a renda é menor, a expectativa de vida é 18,1 anos mais baixa do que países em mais ricos.

 

Diferenças entre homens e mulheres

O relatório aponta ainda que a expectativa de vida das mulheres é maior do que a dos homens em todo o mundo. A diferença é ainda maior nos países mais desenvolvidos.

 

A diferença na expectativa de vida de homens e mulheres se dá por dois motivos principais: primeiro, porque os homens tendem a procurar menos os serviços de saúde do que as mulheres e, segundo, porque as causas de mortes de homens e mulheres não costumam ser sempre as mesmas.

 

Entre as 40 principais causas de morte, 33 atingem mais homens do que mulheres, segundo a Organização.

 

No entanto, nos países em que a população tem menos acesso a serviços de saúde, a distância na expectativa de vida dos homens e das mulheres é menor. Mortes ligadas à maternidade são mais frequentes onde falta acompanhamento médico adequado.

 

Nos países menos desenvolvidos, 1 em cada 41 mulheres é vítima de “morte maternal”, ou seja, causada por complicações na gravidez e no parto. Além disso, 99% dessas mortes ocorrem em países em desenvolvimento. Em mais de 90% dos países de baixa renda, há menos de quatro enfermeiros ou obstetras para cada 1 mil pessoas.

 

Já em países desenvolvidos, essas complicações são raras: 1 em cada 3,3 mil mulheres morrem por problemas ligados à maternidade.

 

Segundo a OMS, as mortes maternais poderiam ser reduzidas “garantindo que as mulheres tenham acesso a serviços de saúde de alta qualidade durante e depois do parto, e maior acesso a métodos modernos de contracepção”.

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