Mato Grosso, 12 de Novembro de 2018
Nacional / Internacional
Governo aprova concessão de 12 aeroportos em três regiões do País
07.11.2018
10:36
FONTE: Governo do Brasil

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    Concessão de aeroportos pode melhorar serviços para consumidores e incentivar investimentos - Foto: Inframerica/Aeroporto de Brasília

O governo federal vai conceder 12 aeroportos para a iniciativa privada. A decisão está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5) e foi tomada pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República.

 

De acordo com a resolução que autoriza a concessão, os empreendimentos serão licitados em três blocos: Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. O prazo de concessão será de 30 anos para todos os blocos e aeroportos.

 

Esse modelo de concessão é interessante para o País porque gera investimentos, empregos e melhora os serviços prestados para os consumidores nos terminais de passageiros. Além disso, o governo recebe um valor por cada aeroporto.

 

Confira a lista de aeroportos que serão concedidos

Bloco Nordeste

 

Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre

Aeroporto de Maceió/Zumbi dos Palmares

Aeroporto Santa Maria – Aracaju

Aeroporto Presidente Castro Pinto – João Pessoa

Aeroporto de Juazeiro do Norte – Orlando Bezerra de Menezes

Aeroporto Presidente João Suassuna – Campina Grande

Bloco Centro-Oeste

 

Aeroporto Marechal Rondon – Cuiabá

Aeroporto Maestro Marinho Franco – Rondonópolis

Aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias – Alta Floresta

Aeroporto Presidente João Batista Figueiredo – Sinop

Bloco Sudeste

 

Aeroporto de Vitória – Eurico de Aguiar Salles

Aeroporto de Macaé (SBME)

PPI

O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi criado em 2016 com o objetivo de melhorar os serviços e a infraestrutura do País por meio de parcerias entre o governo federal e a iniciativa privada. No caso dos aeroportos, as concessões foram iniciadas em 2011, aumentando a qualidade a partir de padrões internacionais, previstos nos contratos de concessão fiscalizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).  

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