Mato Grosso, 20 de Setembro de 2019
Nacional / Internacional
Justiça de MG mantém absolvição de cunhado de Ana Hickmann
10.09.2019
14:29
FONTE: G1

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  • Justiça de MG mantém absolvição de cunhado de Ana Hickmann

    Gustavo Correa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann. Foto: Reprodução/TV Globo

A Justiça de Minas Gerais manteve, na tarde desta terça-feira (10), a absolvição do empresário Gustavo Correa, cunhado da apresentadora Ana Hickmann. Ele tinha sido absolvido em primeira instância da acusação de matar Rodrigo Augusto de Pádua, que se dizia fã e e planejou atentado contra a apresentadora, em 2016, no Hotel Caesar Business, em Belo Horizonte. O Ministério Público (MPMG) recorreu e a decisão do Tribunal de Justiça saiu nesta tarde.

 

Gustavo Correa acompanhou o julgamento do recurso contra ele no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que começou por volta das 13h30. O primeiro voto do relator, o desembargador Júlio César Lorens, foi pela manutenção da absolvição. Os outros dois votos seguiram o relator.

 

O cunhado da apresentadora disse que se sentiu aliviado quando ouviu o voto do relator pela absolvição e que acredita que o pesadelo acabou. É o fim de um pesadelo que nós vivíamos desde 2016", afirmou.

 

"Foram três votos a zero. No meu entendimento de leigo, com tudo que o [advogado] Fernando José Costa tentou me explicar parece que vai ter fim. Eu vim confiante, mas não vim com o jogo ganho. A gente nunca sabe o que pode acontecer, a gente só pode falar pela nossa cabeça. Mas a gente sentiu um sentimento de alívio muito grande", disse o empresário.

 

Correa disse que, após o resultado sair no Tribunal de Justiça, ligou para a família em São Paulo.

 

"Eu falei com meu irmão, com a Ana e com a minha mãe. Todo mundo muito satisfeito com o resultado. Agora é voltar para São Paulo, comemorar e ficar todo mundo junto".

 

Primeira instância

Gustavo atirou e matou Rodrigo após ele atirar na mulher de Correa, Giovana Oliveira, assessora da apresentadora. Ele foi denunciado pelo MPMG por homicídio doloso, quando há intenção de matar. O argumento do promotor Francisco Santiago foi que como Rodrigo foi morto com três tiros na nuca, configurando excesso de legítima defesa e crime de homicídio.

 

Em primeira instância, a Justiça considerou a luta corporal entre Gustavo e Rodrigo, sem que o fã largasse a arma, a tensão do réu e a ausência de fatos para comprovar que o cunhado de Ana Hickmann estaria no controle da situação quando atirou.

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