Mato Grosso, 23 de Julho de 2017
Mato Grosso
Sargento que foi baleado ao ser abordado por PM morre após quase um mês internado em MT
15.07.2017
16:41
FONTE: G1MT

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  • Sargento Jorge Roberto e Silva morreu neste sábado em Cuiabá (Foto: Divulgação)

O sargento Jorge Roberto e Silva, de 42 anos, que foi baleado ao ser abordado por um soldado da Polícia Militar, no dia 17 de junho, no Bairro Tijucal, em Cuiabá, morreu na manhã deste sábado (15) enquanto estava internado em um hospital particular da capital. Jorge estava em um carro e foi abordado pelo soldado Kenedy Campos da Costa, de 25 anos, que morreu depois de um confronto com o sargento.

 

Segundo a assessoria da PM, o sargento morreu depois de ficar quase um mês internado no hospital em decorrência dos tiros que o atingiram. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) confirmou que fez a liberação do corpo do sargento e encaminhou ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.

 

A PM ainda não divulgou detalhes de onde será o velório do sargento. Também não há informações sobre o local onde o corpo do policial será enterrado.

 

O caso

De acordo com as autoridades, Kenedy apurava uma situação de roubo e pensou que o carro em que o sargento estava seria o veículo roubado pelos assaltantes que ele procurava no bairro. Nessa abordagem, houve um tiroteio entre Kenedy, Jorge e outros policiais que foram chamados para dar apoio ao soldado.

 

Somente quando os tiros foram interrompidos é que a polícia descobriu que Jorge era sargento da PM e não assaltante, como inicialmente se acreditava. Ele atuava no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE). Kenedy morreu durante o socorro e o corpo dele foi enterrado em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, onde vive a família dele.

 

Mesmo após quase um mês do caso, a PM ainda não se explicou as circunstâncias da ação do policial Kenedy, além de não dizer se os dois policiais envolvidos usavam farda. A DHPP apurou que o sargento teria acreditado que se tratava de um assalto, por isso reagiu ao ser abordado.

 

As circunstâncias são apuradas por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) sob a responsabilidade da Corregedoria Geral da PM.

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