Mato Grosso, 19 de Fevereiro de 2018
Mato Grosso
'Só tenho a agradecer', diz pai de bebê que nasceu prematuro durante carnaval de rua em Cuiabá
12.02.2018
15:51
FONTE: G1 MT

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  • mãe e recém nascido farda pm

    Débora teve o filho Maxuel sobre uma lona, na praça do Porto, em Cuiabá, durante o Carnaval (Foto: PMMT/Divulgação)

Pai do bebê que nasceu prematuro durante a festa de carnaval que acontece na Orla do Porto, em Cuiabá, o lavador de carros Jonathan Rodrigues diz que “só tem a agradecer” aos policiais da Cavalaria da Polícia Militar, que ajudaram no parto da mulher dele, Débora da Costa Cruz, de 25 anos, no último domingo (11).

 

“Eu só tenho a agradecer que Deus preparou tudo e colocou esses homens para fazer o parto do meu filho e ajudar, agradecer à PM”, disse.

 

Na 35ª semana de gestação, Débora estava na praça do Porto quando entrou em trabalho de parto. O nascimento, até então, era esperado para março. Ela foi auxiliada, primeiramente, por foliões que estavam no local e estenderam uma lona para que a jovem pudesse deitar, além de abrigá-la da chuva com o uso de guarda-chuvas.

 

O major PM Robson Fernandes, que está na Cavalaria da PM há sete anos, fazia o policiamento no local quando foi acionado. Ele disse que, ao chegar ao local, percebeu que o parto estava ocorrendo de forma natural, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e passou a acalmar a mãe.

 

Maxuel nasceu com pouco mais de 2 kg e foi colocado nos braços da mãe pelo major da PM, que, em seguida, cobriu aos dois com a sua farda. O policial conta, porém, que aquela madrugada não era seu turno de trabalho e que participava da patrulha em substituição a um oficial que se machucou.

 

“Eu fui por um acaso do destino, para não deixar os policiais sem oficial à frente durante o patrulhamento. Fomos agraciados com esse nascimento durante o nosso serviço”, disse.

 

A mãe e o bebê foram levados para uma maternidade filantrópica de Cuiabá. Segundo a equipe médica, os primeiros socorros realizados pelos policiais foram fundamentais para que a história terminasse bem.

 

“A mãe e o bebê estão bem e juntos, em um alojamento conjunto. Existe a necessidade de observação porque a criança é de baixo peso. Mas é um bebê forte, rijo, chorou rápido e o pessoal que atendeu [a ocorrência] está de parabéns”, afirmou o diretor do hospital, Marcelo Sandrin.

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