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As ações europeias fecharam em queda pelo segundo dia seguido nesta sexta-feira (24), lideradas por instituições financeiras, com temores sobre o crescimento na Ásia e a potencial redução do estímulo monetário dos Estados Unidos.
O FTSEurofirst 300, índice que reúne as principais ações europeias, fechou em queda de 0,3%, aos 1.226 pontos. Na semana, o indicador acumulou perda de 1,7%.
A primeira queda semanal em um mês foi provocada por dados pessimistas da China e preocupações com os EUA, alimentadas por declarações do presidente do Federal Reserve, banco central norte-americano, Ben Bernanke, que motivou realização de lucros e pressionou índices acionários que vinham nas máximas de anos.
"Continuamos positivos em relação a ações em geral, (mas) os mercados acionários podem perder algum ímpeto agora que precisam se preocupar com retirada do estímulo", disse o estrategista-chefe de portfólio do Brewin Dolphin, Guy Foster.
As ações europeias tiveram um rali de quase 30% desde meados de 2012, uma vez que a política monetária frouxa do banco central, incluindo baixas taxas de juros e compras de títulos, deu suporte ao crescimento e pressionou os yields (retornos) de outras classes de ativos, forçando investidores a buscarem ações devido a seus retornos mais altos.
Em Londres, o índice Financial Times recuou 0,63%, a 6.654 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,56%, para 8.305 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,26%, a 3.956 pontos.
Em Milão, o índice Ftse/Mib teve queda de 0,66%, para 16.896 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 cedeu 0,95%, a 8.264 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 subiu 0,79%, para 6.018 pontos.
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