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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda no início do pregão desta quinta-feira (23), acompanhando os mercados internacionais, com dados fracos da indústria chinesa e preocupações sobre o futuro do programa de estímulo monetário nos Estados Unidos abatendo os mercados acionários globais.
Às 11h53, o Ibovespa, principal índica da bolsa paulista, caía 1,49%, a 55.587 pontos, interrompendo quatro pregões consecutivos de alta.
As blue chips Vale, OGX e Petrobras eram as principais contribuições negativas para o Ibovespa.
A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou o pregão desta quinta em forte queda. O principal índice acionário, o Nikkei, encerrou em baixa de 7,32%, a 14.483,98 pontos. A queda na bolsa de Tóquio é a maior desde a baixa de 10,55% registrada em 15 de março de 2011.
As bolsas europeias também operam em forte queda.
Dados chineses pesavam sobre as ações, com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do HSBC mostrando que a atividade industrial chinesa encolheu em maio pela primeira vez em sete meses.
Além disso, dados do governo chinês mostraram, na quarta-feira (22), que o crescimento no lucro das empresas estatais da China desacelerou nos quatro primeiros meses deste ano. O relatório destaca a fraca recuperação econômica da segunda maior economia do mundo.
O Ministério de Finanças disse que as empresas lucraram 689 bilhões de iuans (US$ 112,3 bilhões) entre janeiro e abril, um aumento de 5,3% sobre o mesmo período do ano passado, mas contra uma expansão de cerca de 8% no primeiro trimestre.
O fraco crescimento em investimentos e na produção industrial trouxeram mais preocupações.
Quarta-feira
Na quarta, o Ibovespa subiu 0,29%, a 56.429 pontos, após ter oscilado entre alta de 1,48% e queda de 0,41% na sessão.
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