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Custo de vida do brasileiro volta a subir.
A Fundação Getúlio Vargas apurou um avanço de 0,46 por cento, na segunda medição do mês do Índice de Preços ao Consumidor Semanal, o IPC-S.
Destaque negativo para os alimentos, que, depois de uma sequência de quedas, voltaram a ficar mais caros no fim de outubro e mantiveram a tendência de alta em novembro.
A batata-inglesa e a cebola, com avanços de 21 e 31 por cento, estão entre os itens que mais puxaram o custo de vida do brasileiro pra cima.
Passagem de avião, plano de saúde e conta de luz mais caros também aparecem na lista.
O aumento do custo de vida só não foi maior por conta de itens como leite, gasolina e aluguel, que ficaram mais baratos e têm bastante impacto no indicador.
De oito classes de despesas, duas, apenas, registraram queda de preços, na média: Comunicação e Transporte.
Em todas as outras, os valores subiram: Alimentação, Saúde, Vestuário, Habitação, Educação e Despesas Diversas.
No acumulado de um ano pra cá, o custo de vida no país cresceu 3,81 por cento.
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