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A procura por soja para entrega imediata aqueceu o mercado spot e deu sustentação aos preços internos, ao mesmo tempo em que elevou os prêmios de exportação, principalmente para embarques de curto prazo. Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP indicam que, do lado da oferta, produtores seguem cautelosos nas vendas, atentos às irregularidades climáticas registradas em diferentes regiões do país.
Entre os fatores que limitaram avanços mais intensos nas cotações está a valorização do Real frente ao dólar, movimento que reduz a competitividade da soja brasileira no mercado internacional, especialmente frente ao produto norte-americano. Além disso, a perspectiva de aumento na relação estoque/consumo também atua como elemento de moderação para o mercado.
O clima continua sendo um dos principais pontos de atenção do setor produtivo. O déficit hídrico em áreas do Sul e do Nordeste mantém produtores mais resistentes a negociar, enquanto no Sudeste o excesso de chuvas interrompeu a colheita em alguns momentos e reduziu a disponibilidade imediata da oleaginosa.
Mesmo diante desses desafios, projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do USDA (United States Department of Agriculture) apontam para uma safra recorde no Brasil, estimada em 177,98 milhões e 180 milhões de toneladas, respectivamente, reforçando o protagonismo do país no cenário global da soja.
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