Mato Grosso, 31 de Outubro de 2020
Economia / Agronegócio
Dólar tem pequenas variações e caminha para alta semanal
16.10.2020
08:50
FONTE: G1

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  • Dólar tem pequenas variações e caminha para alta semanal

    Nota de US$ 5 dólares — Foto: REUTERS/Thomas White

O dólar opera com pequenas variações nesta sexta-feira (16), caminhando para fechar a semana com valorização contra o real em meio às preocupações com uma segunda onda de contaminações de Covid-19 no mundo e incertezas sobre a saúde fiscal e ritmo de recuperação da economia brasileira.

 

Às 9h39, a moeda norte-americana caía 0,10%, cotada a R$ 5,6203. Veja mais cotações.

 

Na quinta-feira, o dólar fechou em alta de 0,48%, cotada a R$ 5,6260, acumulando avanço de 1,81% na parcial da semana. No mês, passou a ter alta de 0,14%. No ano, tem valorização de 40,31%.

 

O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 10 mil contratos com vencimento em abril e julho de 2021, destaca a Reuters.

 

Cenários

Os investidores continuam preocupados com o aumento dos casos de Covid-19 nos EUA e na Europa e com o efeito que eles estão tendo e terão sobre as economias. Vários países europeus foram forçados a apertar as restrições esta semana, medidas que incluíram um toque de recolher em Paris e proibições de reuniões de diferentes famílias em Londres.

 

Pesavam também nos mercados o impasse nas negociações para mais estímulo fiscal nos Estados Unidos.

 

Por aqui, incertezas crescentes sobre como o governo financiaria seu programa de auxílio econômico sem furar o teto de gastos, aprofundadas pelo atraso das reformas em meio à pandemia, têm dominado as atenções dos investidores, sendo apontadas como alguns dos principais fatores de pressão sobre o real.

 

Na agenda de indicadores, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) ficou em 3,20% em outubro, ante alta de 4,34% no mês anterior, favorecido pela desaceleração dos preços das matérias-primas.

 

O IBGE mostrou nesta sexta que o número de desempregados no país chegou a 14 milhões na quarta semana de setembro, ante 13,3 milhões na semana anterior. Com isso, a taxa de desemprego subiu de 13,7% para 14,4%. Na primeira semana de maio estava em 10,5%.

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