Mato Grosso, 17 de Abril de 2026
Educação

Esquema de segurança da Copa pode virar permanente, diz Cardozo

12.12.2013
09:15
FONTE: G1

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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quarta-feira (11) que o governo federal irá discutir a possibilidade de tornar permanente o esquema de segurança que será utilizado na Copa do Mundo de 2014 durante os campeonatos de futebol do país. No último domingo (8), uma briga entre torcedores de Atlético Paranaense e Vasco deixou quatro feridos. As imagens das cenas de violências na Arena Joinville, em Santa Catarina, tiveram repercussão internacional.

Cardozo vai se reunir nesta quinta (12) com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, para debater políticas públicas e a segurança nos estádios com foco nos jogos regionais e nacionais. Segundo o titular da Justiça, serão debatidas tanto medidas administrativas quanto legislativas para evitar conflitos como o protagonizado na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2014. Para o auxiliar da presidente Dilma Rousseff, o poder público e as entidades desportivas não podem ficar "omissos" diante da violência das torcidas organizadas.

"Algumas das experiências [de segurança pública] que já foram utilizadas na Copa das Confederações e serão adotadas na Copa do Mundo podem ser colocadas [na reunião com o ministro dos Esportes] para verificar se há concordância dos estados para que possamos implementá-las de maneira permanente", disse Cardozo.

O encontro entre os dois ministros também prentende propor medidas que reforcem a segurança nas arenas de futebol. Além disso, antecipou Cardozo, a reunião tentará definir o papel que cabe aos governos estaduais em eventos esportivos, como jogos de futebol. "É muito importante que se faça uma ligação com os estados, que se definam papéis", ponderou.

O ministro da Justiça destacou que o esquema de segurança pública que será usado durante a Copa do Mundo do ano que vem já foi testado nas cidades-sedes que sediaram a Copa das Confederações, em junho. Ele assegura que o planejamento, que foi amplamente discutido pelo governo federal e os estados, é "eficiente".

"O que aconteceu no estádio de Joinville é algo absolutamente inaceitável, de covardia, impugnante", enfatizou Cardozo.


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