Mato Grosso, 09 de Junho de 2026
Nacional / Internacional

'Não queremos tratamento especial', diz 'trans' sobre combate à homofobia

17.05.2013
11:00
FONTE: G1

IMPRIMA ESSA NOTÍCIA ENVIE PARA UM AMIGO

O Dia Mundial de Combate à Homofobia é lembrado nesta sexta-feira (17) e motiva eventos de conscientização em todo o país. Em Salvador, o G1 procurou Paulette Furacão, primeira transexual a assumir um cargo de liderança em uma secretaria estadual na Bahia - segunda do país -, para um bate-papo sobre a "abertura social" já conquistada pelo segmento LGBTs, que representa lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.

Coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos da População LGBT, criada há pouco mais de um ano como parte da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, ela acredita que o preconceito pode ser amenizado na sociedade com a disseminação do conhecimento sobre o universo da população homossexual e com a capacitação dos servidores públicos para atender esse público com naturalidade.

"Hoje, você vê travesti e transexuais à luz do dia. Antes, não gostavam [de sair] por conta da visibilidade negativa. Muitas viraram profissional do sexo por uma questão de sobrevivência, porque não tinham apoio da sociedade", disse. Porém, apesar dos avanço recente, como a possibilidade da formação da família por meio do casamento, a Bahia continua pelo quarto ano em primeiro lugar no levantamento sobre os assassinatos contra homossexuais no país, com 28 casos em 2011, segundo levantamento do Grupo Gay da Bahia (GGB) divulgado em 2012.

IMPRIMA ESSA NOTÍCIA ENVIE PARA UM AMIGO

NOTÍCIAS RELACIONADAS

ENVIE SEU COMENTÁRIO