Mato Grosso, 09 de Fevereiro de 2026
Policia

Operação Apertem os Cintos: Piloto de companhia aérea é preso no Aeroporto de Congonhas por crimes contra meno

09.02.2026
08:30
FONTE: CenárioMT

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Polícia Civil de SP realiza operação contra organização envolvida com exploração sexual de crianças e adolescentes

Operação cumpre mandados de busca e apreensão contra quatro investigados; um piloto de avião e uma mulher foram presos na capital

Uma ação da Polícia Civil e do Ministério Público na manhã desta segunda-feira (9) chocou os passageiros e funcionários do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Um piloto, suspeito de liderar uma rede de abuso e exploração sexual infantil, foi preso pouco antes de assumir o comando de um dos primeiros voos do dia, previsto para as 06h20. A operação, batizada de “Apertem os Cintos”, investiga crimes bárbaros cometidos contra menores.

As investigações, que duraram quatro meses, apontam que o homem fez ao menos três vítimas: meninas que na época tinham 10, 12 e 14 anos. Segundo a polícia, o suspeito utilizava documentos falsos para levar as crianças a motéis. Atualmente, as vítimas estão com 11, 12 e 15 anos. Além do piloto, a avó das crianças também foi alvo de mandado de prisão, suspeita de conivência e participação no esquema.

Detalhes da Operação e Prisões

Ao todo, a polícia cumpre oito mandados de busca e apreensão e dois de prisão. As equipes também realizaram buscas na residência do piloto, localizada em Guararema, na Região Metropolitana de São Paulo. Outras duas pessoas seguem sob investigação.

Acusações Graves: Estupro de vulnerável, favorecimento de prostituição e exploração sexual de criança e adolescente;

Local da Prisão: Pátio do Aeroporto de Congonhas, sem interrupção das operações aeroportuárias;

Empresa: O suspeito é funcionário da Latam, que foi procurada para manifestação sobre o caso.

Impacto e Posicionamento

A concessionária Aena, responsável por Congonhas, informou que o fluxo de voos seguiu normalmente e que a operação policial foi focada estritamente no cumprimento dos mandados judiciais. O espaço segue aberto para a defesa do piloto e para o posicionamento oficial da companhia aérea mencionada.

Justiça: As investigações prosseguem para identificar se há outras ramificações desta rede de exploração e se outras crianças foram vítimas do grupo.

 

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