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A polícia de Pernambuco já identificou 14 pessoas suspeitas de participarem das agressões a dois turistas na praia de Porto de Galinhas. O caso aconteceu quando dois empresários de Mato Grosso foram atacados por um funcionário de uma barraca de praia após um desentendimento sobre cobrança.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram guarda-vidas ajudando os turistas a escaparem dos agressores, que continuaram a agredir mesmo dentro da viatura. O episódio expõe uma prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor: a venda casada, comum em bares e restaurantes de praia, quando o uso de cadeiras e guarda-sóis é condicionado a consumo mínimo. Outros turistas também já reclamaram dessa prática.
A prefeitura de Ipojuca informou que, em janeiro, haverá reforço na fiscalização em Porto de Galinhas, e a Polícia Militar aumentará o patrulhamento na região. Beatriz Leite, delegada adjunta da Polícia Civil, pediu ajuda da população para envio de vídeos que possam colaborar nas investigações. Os turistas passaram por avaliação médica e decidiram antecipar a volta para casa.
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