Mato Grosso, 29 de Novembro de 2020
Política
Reduzir as desigualdades regionais é principal pauta de Nilson Leitão para MT
13.11.2020
14:53
FONTE: Assessoria

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As eleições suplementares do dia 15 de novembro estão chegando e na reta final os candidatos trabalham dobrado para conquistar votos. Nilson Leitão (PSDB), que busca o seu primeiro mandato como senador, relembra quais suas propostas para ajudar o desenvolvimento do Estado, quando for eleito. Dentre elas, a principal está em reduzir as desigualdades e trazer mais oportunidades para o povo mato-grossense.

 

A primeira proposta de Nilson Leitão é o incentivo fiscal solidário para atrair grandes empresas para cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O ex-prefeito de Sinop considera o emprego como essencial para manter famílias em suas cidades de origem, sem que elas precisem buscar melhores oportunidades nos grandes centros. Trazendo a indústria para os municípios do interior, a economia local é movimentada, mais renda é gerada e as desigualdades são reduzidas. Nilson apresentou o projeto como deputado federal e agora vai aprová-lo como Senador da República.

 

Para os pequenos municípios com menos de 20 mil habitantes, Nilson pretende investir em saneamento básico (água tratada, esgoto, coleta de lixo). De acordo com ele, a iniciativa deve ser considerada como prevenção primária de saúde, já que, para cada 1 real investido em saneamento básico, o governo economiza 4 reais em saúde pública. É preciso se dedicar a resolver as questões de água, lixo, asfalto e segurança destas pequenas cidades, afirma Leitão.

 

“Serão mais ou menos R$ 2,5 bilhões e eu, se for eleito, terei 6 anos de mandato. Junto com as 103 prefeituras, com o Governo do Estado de Mato Grosso, com os ministérios, como o ministério de desenvolvimento regional, a Funasa, outros órgãos e também com a iniciativa privada, trabalharemos para trazer fundos para resolver 100% dos problemas desses 103 municípios. Essa primeira etapa seria de 10 mil para baixo, depois de 20 mil para baixo, de 30 mil até chegar em 50 mil”, disse.

 

Por outro lado, Nilson quer dar anistia fiscal de 20 mil reais para pequenos e microempresários, visto que é mais caro para o governo cobrar essas dívidas do que perdoá-las. "Vários estudos mostram que os pequenos e microempreendedores são os que mais geram empregos, mas são também os mais sufocados por uma carga tributária excessiva. Minha proposta é anistiar dívidas de até R $20 mil. Dessa forma, o dinheiro que o governo iria gastar com cobrança será usado pelos pequenos e microempreendedores para revitalizar seus negócios e gerar mais empregos. E, com isso, cumprir suas obrigações fiscais. É um projeto em que todos ganham", afirmou o tucano.

 

Como o interior do Estado ainda sofre com a falta de oportunidades, o candidato propõe criar uma lei para estabelecer a Universidade Móvel, no intuito de descentralizar a educação. Ele planeja levar os cursos das universidades públicas e particulares para os municípios pequenos, criando incentivos para que as cidades firmem convênios com as instituições de ensino a fim de atenderem seus jovens.

 

Apesar de ter como prioridade as demandas dos pequenos municípios, Nilson também traz projeto para a região metropolitana. Segundo ele, ainda que as dificuldades sejam paralelas, não é preciso esperar resolver uma para fazer a outra.  “Em Cuiabá, vamos discutir a ferrovia, a recuperação do centro histórico e a recuperação do Rio Cuiabá de vez. Que seja não apenas um orgulho de quem estar aqui, mas que os banhistas possam usar, ter suas praias aqui, para o turismo, para a pesca. Mas para isso nós precisamos recuperá-lo. O principal problema do Pantanal e da Amazônia é o saneamento, não é o desmate ou o fogo”, ressaltou.

 

 

Em momentos de crise, a redução dos custos é essencial, seja dentro de casa ou no governo. Por isso, Nilson Leitão visa a redução da máquina pública, diminuindo a quantidade de deputados federais de 513 para 395, de 81 senadores para 54, além de diminuir 1.200 para 800 o número de deputados estaduais no Brasil. Isso acarreta em uma economia de 5 bilhões de reais em 4 anos de mandato.  Os recursos poupados poderão, deste modo, ser investidos em saúde, educação, segurança e infraestrutura, melhorando a qualidade de vida do povo brasileiro. Esta PEC está tramitando no Congresso Nacional e o objetivo final dela é implantar essa reforma também no Executivo e no Judiciário.

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