Mato Grosso, 20 de Abril de 2021
Política
Sobrevivência de empresas é assunto de reunião entre entidades e deputados
19.03.2021
14:57
FONTE: Tiago Franz | Ascom Acenm/CDL

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  • Reunião entre entidades e deputados na ALMT. Foto - Vinicius Fantinel - Gcom PMNM

    Reunião entre entidades e deputados na ALMT. Foto - Vinicius Fantinel - Gcom PMNM

Uma comitiva de Nova Mutum integrada pelo coordenador do Núcleo de Gastronomia da Acenm/CDL, Nelci Casarin, o gerente administrativo da Acenm/CDL, Rodrigo Rigoni, e o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Jimmy Huppes, esteve em Cuiabá nesta quinta-feira (18) para, junto com outras CDLs e prefeituras do Nortão, apresentar propostas para a sobrevivência do setor empresarial, em especial o de eventos, bares, restaurantes e similares.

 

Pela manhã a comitiva participou de uma reunião na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) onde estiveram presentes o vice-presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT), David Pintor, diversos deputados estaduais, prefeitos e lideranças dos municípios.  

 

De acordo com Pintor, praticamente todos os municípios do Estado estão em situação de calamidade pública. “Não é possível mais continuar da forma que está. Temos que encontrar um caminho e a nossa proposta é construirmos isso juntos, salvando a todos, inclusive a economia e os empregos de muitos cidadãos que se encontram em situação desesperadora no momento, sem recursos até para alimentar suas famílias”, afirmou.

 

O vice-presidente da FCDL acrescentou que as entidades não querem confronto com o governo ou com os parlamentares, mas sim “uma parceria para o momento caótico em que todos estamos vivendo”.

 

“Empresas estão falindo. Estão no limite de suas possibilidades de se manterem e manter os empregos. Esperamos que o governador atenda as nossas solicitações”, expôs Nelci Casarin.

 

A proposta principal do setor empresarial é a de se fazer um novo decreto governamental, com mais flexibilização para os segmentos de eventos, bares e restaurantes, além da manutenção das portas abertas do comércio, reforçando-se ainda mais as medidas de biossegurança já seguidas rigorosamente pelo setor empresarial.

 

“Fomos em busca do diálogo. Não somos negacionistas ao ponto de negar esse vírus que está matando pessoas, mas não podemos culpar a atividade econômica por essa doença e suprimir o direito da pessoa se sustentar através do seu trabalho”, concluiu Rigoni.

 

 

Após ouvir todas as argumentações colocadas pelos participantes da reunião, o deputado Dr. João de Matos afirmou que levaria ainda na quinta-feira as propostas apresentadas à Casa Civil.

 

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