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O ex-vigilante Luciano Oliveira Sousa, 32, morto na manhã desta segunda-feira (13), após assassinar a ex-companheira Jucieli Ribeiro Caju Boa Morte, em Nobres (146 km ao médio-norte de Cuiabá), tinha longo histórico de violência contra mulheres com quem se relacionava. Além de Jucieli, outras duas chegaram a denunciá-lo à polícia. Ele foi preso por violência doméstica em 2024.
Um dos casos foi registrado em 2023, em Cuiabá. Na época, a mulher de 32 anos contou que já tinha medida protetiva contra Luciano, que passou a persegui-la novamente, inclusive no seu local de trabalho.
A mulher declarou que ele não aceitava o término e que estava com medo de que algo pudesse acontecer não só com ela, mas como com seus familiares.
Já em julho de 2024, ele perseguiu outra ex-namorada no trânsito e acabou preso. Dessa vez, o caso foi registrado em Barra do Garças. A mulher, de 34 anos na época, contou que ao sair do trabalho foi surpreendida pelo agressor.
Fazendo ameaças, disse que “se não falar comigo, vou fazer um estrago na sua vida e na minha”. Na tentativa de fugir, ele ainda ameaçou derrubá-la da motocicleta.
Em 17 de junho de 2025, Jucieli denunciou à Polícia Civil que, durante uma discussão, foi agredida por Luciano com tapas no rosto. Ela pediu a separação nessa data. Os dois estavam juntos há 1 ano e 5 meses. Com medo, ela solicitou medidas protetivas.
Já no dia 3 de setembro, Jucieli estava trabalhando na cidade de Rosário Oeste quando foi surpreendida por Luciano. Os dois já estavam separados. Ela relatou à polícia que o suspeito não aceitava o término e que já tinha sofrido outras agressões.
Ela estava dentro do carro quando ele se aproximou, abriu a porta e começou a fazer perguntas à vítima. Em seguida, ele desferiu um soco na boca dela e deu um golpe com uma caneta na altura do pescoço, causando uma lesão.
Jucieli foi morta na manhã desta segunda-feira (13).
A Polícia Militar divulgou que, por volta das 7horas da manhã desta segunda-feira, foi acionada para uma ocorrência envolvendo disparos de arma de fogo em uma casa do Jardim Petrópolis. Quando chegaram no local, encontraram a testemunha de 28 anos, que é atual namorado da vítima.
Dentro da casa estavam duas pessoas baleadas, sendo Luciano e Jucieli. Foi constatado que Luciano já não tinha mais sinais vitais e a morte foi decretada no local. Jucieli foi socorrida e levada para uma unidade de saúde.
Porém, ela não resistiu e acabou morrendo. A testemunha contou que o casal foi surpreendido por Luciano no momento em que abriam o portão da casa. Armado, ele mandou o casal entrar no imóvel. Eles conseguiram correr e trancaram as portas.
O agressor atirou várias vezes contra a janela e, forçando com uma barra de ferro, conseguindo invadir o local. Lá dentro, a testemunha entrou em luta corporal com o suspeito, que ainda conseguiu atirou contra Jucieli, que caiu ferida.
Em seguida, o namorado dela conseguiu tomar a arma do agressor e disparou os tiros contra ele. Luciano não resistiu e morreu no local. Cena foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil.
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